Cadeira 112 Honorário - Alexandre d’ Oliveira


Alexandre d'Oliveira, cronista, ator, poeta. Idealizador e fundador da SCEP - Sociedade Cabedelense de Escritores e Poetas - PB, sendo seu primeiro Presidente. Natural de João Pessoa, iniciou seus trabalhos no teatro em 1978, junto ao TECA - Teatro Experimental de Cabedelo. Tem formação em Comunicação Social, bacharelado em Publicidade e Propaganda. É estudante de MBA, em Jornalismo. Inaugurou o Teatro Santa Catarina (Cabedelo - PB). Passou pelo cinema nacional em 2010. Editou seu primeiro livro "Escravo da Lua" em janeiro de 2010. Escreve diariamente para o Recanto das Letras.



Sou Poeta

A minha arte é aquela que mais gosto de exprimir. Pois, em versos no meu universo, gosto de me divertir. Sou aquele que procura encontrar onde seu canto possa chegar, eu sou aquele que quer ter seu próprio lugar, onde contigo eu possa estar.
E se, assim eu posso um pouco mais acrescentar. Eu sou aquele que muito ama, e ainda tem muito amor para dar, mesmo que já não encontre a quem tanto eu possa meus sentimentos compartilhar.

Por isto meu pensamento hoje se ver livre, e pede licença para voar nas asas da imaginação como que tivesse seu coração alado e se entregasse de corpo e alma àquela que em primeiro adentre e tome posse de todas as minhas emoções.
Eu sou aquele que vive voando pra lá e pra cá, sem qualquer distinção, e siga taciturno seu caminho indo do sul para o norte, onde lá bate de repente um coração, a procura de quem ame e se entregue com total devoção.

Enfim, o tempo bem de repente passa sem fazer alarde, num momento crucial em que o vento sem nenhum contratempo registra que ainda estou aqui.

Eu sou, Alexandre d' Oliveira, sou poeta entusiasta, bate alegre ou triste meu coração, nem sempre me vejo fora de contexto, fala mais alto cada emoção, e por isso nem tanto quero dentre tantos me dirimir.

Interpreto o vento e o tempo em qualquer direção, por isto aqui me apresento, sou poeta de inumerável multidão, aquele que em versos sua vida interpreta. Sou ator que foge dos enganos que aferem coisas do coração, e sendo assim também foge da distinta solidão, sou escritor onde por muito de ti preciso para dar voga as minhas inspirações!...

E sendo assim, por muito que eu me apresente, e jamais se esqueça de dizer que Eu Sou Poeta de tantos mares, e de oceanos infinitos aquele que com palavras e gestos afaga e dá consolo. E assim, certo dia eu me fiz poeta para nos momentos de alegrias, de felicidade, e de tristeza meu verso bem alto cantarolar.
Fiz-me poeta nas horas da minha solidão, e nos momentos de profundo sentimento, eu dei alento ao coração que por muito chorava. E ao meu canto que tantas vezes por ti eu buscava. Fiz-me neste momento poeta de maior presteza diante vossa realeza e o meu verso mais uma vez a você neste momento eu a ti entreguei.



ALÉM FAS ESTRELAS
Alexandre ď Oliveira

Têm horas que o que mais quero é poder sair
de um mundo e adentrar noutro onde somente a gente poderá tudo nele rever. Ja que neste nem tanto vemos tanta arrogância, tanta violência , nem tanta corrupção
como se apresenta.

No entanto, para que eu faça isto preciso analisar , refletir sobre seus prós e contras,
os riscos que oferece mediante sua dimensão. Pois vemos muito bem que nem todas ás vezes a banda toca conforma afinada para que possa tocar de acordo com nossa pretensão.

E neste intervalo antes de darmos o primeiro passo para o palco é preciso que peçamos forças para realizarmos nossas tarefas, perseverar dantes nossa imaginação.

Nos conscientizar de sermos sempre humilde para com os demais. Todavia, é preciso nos despir de tudo que nos cause dano para que então possamos ir em direção a outro universo mais contrnto para nós e para este que sempre nos dá total suporte.

Mundo novo mundo bom é aquele
que possamos nos sentir livre sem nada nos inporturnar. Eu quero sair por ai revendo pássaros e em suas asas poder imaginar
aonde eu possa chegar além das estrelas.


FESTA DE ARROMBA
Alexandre ď Oliveira

Eu não tenho, e o pouco que resta é essencial para uma coisa ou outra. Jamais me vi na posicão de rico, abastado de muito dinheiro. Goste de ter aquele valor que me ajude a trilhar ás linhas de fato com o intuito decl resolver parte do que eu mais preciso.

Neste caso vejo que dinheiro é algo que nos beneficia ter , e ao mesmo tempo passa a fazer dano em nossas vidas se acaso não soubermos com este lidar para nos afastar das nossas desagruras.

Digo: é bom termos dinheiro para que de vez enquanto juntermos a família e irmos passear sem com nada nos preocupar. Ter dinheiro é bom para podermos fazer uma grande festa e reunirmos nossos amigos.

Quem sabe num lançamento de livro darmos como manda o figurino, um sarau com muito comes e bebes. Daquele tipo de festa de arromba, onde certo dia eu encontrei meu velho e amigo Roberto Carlos estacionando seu calhambeque.


Sei que ás vezes eu pareço ser azedo, outra um pouco salgado, doce, muito doce. Mas jamais quero parecer pra você pegajoso. Eu quero receber e dar amor, carinho, e compreensão. Ser teu amigo, cúmplice a todo instante. Também não preciso dizer que por você eu vou mais além.
Por você eu faço tudo, eu sou côncavo e você convexo me viro, dou meu jeito e por decreto algum eu troco você por alguém. 


O LIVRO E O LÁPIS
Por: Alexandre ď Oliveira

Numa conversa dentre o livro e o lápis...

Ah, você não sabe o quanto trabalhei para estar aqui.
Já subi e desci lugares por você inimagináveis, Eu já fui
além mar, Já dei a volta ao mundo e aqui estou no mais aconchegante
lugar . Só porque sou famoso. E estou dentre estrelas.

Então, o simplório lápis falou para o livro.

Ah, meu amigo quem dera não fosse eu ,
a folha e a borracha num leito branco a ti ajudar,
e os teus feitos apagar, na verdade o que seria
de você neste mundo ?

MORAL: Quando muitos estão por cima esquece
daqueles que ensinaram seus primeiros passos e passam a ignorar.

Estive numa boa escola onde aprendi muito relevar ás injustiças feitas por aqueles que dizem ser amigos. Esta fábula é apenas um experimento para dissertar sobre outros estilos de textos.

É preciso experimentar sempre algo mais.



O VERSO
Alexandre ď Oliveira

Na minha terra eu semeio
e colho sem ninguém vê. Do mundo
eu busco cultura em troca de literatura
com Intuito de aprender.

Não quero ser rico
Nem pobre escrevo versos
Para quem queira meus versos
Ler e aprender.

O ritmo é gostoso,
a letra dá para todo mundo
entender que o poeta não e fraco
Faz questão de ao seu lado ter você.

O dificil de entender o verso é você abrir
seu coração e o verso compreender.


MOEDA DE TROCA
Alexandre ď Oliveira

Se o amigo bem percebe , eu tenho a cada pergunta minha resposta. E faço isto de forma evitando ser repetetivo. Eu tenho um jeito todo próprio de gostar e querer e toda vez eu sei quem é amigo.

Pois bem sei como cada amigo conquistar, eu aprendi como resultado positivo,e tudo a mim oferecido. Quando ansiamos sermos amigos temos que nos aproximar e de certa forma repassar nossos anseios, e demais vontade.

Tanto que assim fez meu carissimo Dr André, talvez por lembrar de mim, ou por ter sido assunto daquela amiga que vai e vem não esquece deste amigo. E que a amo tanto . No entanto, minha gente não sei o que aconteceu com o doutor André que ele , data vênia, até hoje nunca mais se pronunciou ao amigo.

Mas. o que posso dizer é que uma prosa chama outra e por motivos de força maior levemos a vida na flauta sem nada tanto nos preocupar. O que eu faço aprendi na escola me comunicando.

Enfim, entrelinhas vamos caminhando sem termos estrofes tão distantes , uma puladinha de cerca ás vezes até que é bom, aguça nossas inspiraçoes e nossos maiores desejos. E sendo assim , câmbio é moeda de troca, eu vou, mas logo estarei de volta.


O MENINO
Alexandre ď Oliveira

Não só para ti , mas a poesia
vai e ela vem traçando seus rumos
bem devagarinho.

Pobrezinho do menino
que de tanta saudade morreu louco.
Morreu como se fosse passarinho
que canta, canta, canta....

E não quer parar
até seu amado chegar
trazendo consigo flores tal qual
aquele que falta somente amar.

Morreu tragicamente
louco o menino.