Cadeira 112 Honorário - Martha Medeiros // Alexandre d'Oliveira


Martha Medeiros (1961) é uma escritora, jornalista e cronista brasileira. É colaboradora do jornal Zero Hora e da revista Época

Martha Medeiros (1961) nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, no dia 20 de agosto de 1961. É filha de José Bernardo Barreto de Medeiros e Isabel Mattos de Medeiros. Estudou no colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, em Porto Alegre. É formada em Comunicação Social. Casou-se com publicitário Luiz Telmo de Oliveira Ramos, com quem teve duas filhas.

Martha Medeiros fez carreira na área de publicidade e propaganda, trabalhando nessa profissão em diversas agências de propaganda, em setores de criação e de redação. Pulicou seus primeiros livros de poesia, "Strip Tease" (1985), "Meia Noite e um Quarto" (1987) e "Persona Non Grata" (1991).

Em 1993, foi morar no Chile e abandonou a carreira publicitária para se dedicar à poesia. Ficou naquele país por nove meses. Em seguida publicou: "De Cara Lavada" (1995), "Geração Bivolt" (1995), seu primeiro livro de crônicas, "Santiago do Chile" (1996), crônicas e dicas de viagem, "Topless" (1997) que ganhou o Prêmio Açorianos de Literatura, e "Trem Bala" (1997) que fez grande sucesso e foi adaptado para o teatro.

Como jornalista, Martha Medeiros escreve crônicas para o jornal Zero Hora, onde possui uma coluna no segundo caderno. Também colabora para a revista Época.

Entre outros trabalhos, publicou: "Divã", (2002) romance que originou um filme e uma série de TV, estrelado pela atriz Lília Cabral, "Coisas da Vida" (2003), "Selma e Sinatra" (2005), "Tudo Que Eu Queria Te Dizer" (2007), "Doidas e Santas" (2008), "Fora de Mim" (2010), "Noite em Claro" (2012), "Um Lugar na Janela" (2012) e "A Graça da Coisa" (2013).


O VERSO

Na minha terra eu semeio trigo e colho
sem ninguém vê. No mundo eu vou em busca de cultura, em troca de literatura
com Intuito de aprender.

Não quero ser rico nem sou pobre
escrevo versos para quem queira meus
versos ler e entender minha concepção.

O ritmo é gostoso, a letra dá para todo mundo sentir e compreender o laço que nos une.
Se o poeta não e fraco e faz questão
de ao seu lado ter você.

O dificil do verso é você abrir
seu coração e o verso dentre tantos fluir.