Cadeira 28 - Tânia Brito Melo


Tânia Maria de Jesus Brito de Melo nasceu em Taguatinga-Df, em 1960.

É formada em Pedagogia pela Faculdade Fortium de Brasília. 

Foi coordenadora da Biblioteca Monteiro Lobato na Cidade de Santa Maria - DF.

Começou a escrever aos 12 anos.

Alegrou intensamente as crianças ao compartilhar-lhes a amplitude do belo e a estimulante valorização das pequenas coisas que dão sentido á vida.

Tânia Melo estréia com a obra O Cantor Leonardo e Sua Fazenda, literatura infantil, Editora Semear, Brasília 2010

Tem escritas as seguintes:

O Senhor Deus dos Ventos romance ecológico, 

A Jornada de um Candango, 

Alfabeto do Amor, A Estrelinha Dourada, 

O Grande Pintor, Sonhos de Crianças, 

Poemas para Amar, Poemas para Amar, 

A Fada Mariazinha, 

Marquinho o Doador de Amor, 

O Menino Peixe, 

Camila Comilona Brincalhona. 

A Mãe Dioca, 

O Semeador da Batata Verde, 

Permaneço no seu Amor, 

Mundo Feliz. 

A Biblioteca Falante.

Iluminai Aldeia de Papiro romance ecológico.

Contribuições Teóricas e Práticas da Literatura na Educação Infantil.

É detentora do registro de Ente e Agente Cultural junto á Secretaria de Cultura do GDF.

Participou do concurso literário Prêmio Criatividade GDF/2001, Com os Poemas Coisas da Vida e Curtindo a Vida, sendo classificada com Menção Honrosa,

Foi também distinguida com menção Honra ao Mérito por trabalhos voluntários prestados á comunidade.

Trajetória conhecida pela população da Cidade, onde desperta o interesse e admiração através das histórias contadas.

Ela escreve o que nasce no coração é firme em sua convicção, com coragem e muita determinação conquistou o sonho de se torna autora para levar mensagens de paz aos leitores e incentivo a muitos que sonham por educação melhor para todos.

A autora sempre estará ligada ás suas origens e escreverá suas histórias por onde andar e uma escritora do povo.


BATALHA NO CÉU

Jogo da vida a humanidade se movimenta como peças de xadrez
Avante escolhas se faz,entre as trevas e a luz
Caminhando nas trevas encontra-se o caminho vazio
Conduz o homem a unidade a desigualdade o desacordo
A inferioridade a simplificação ao fim.

Em uma jogada de mestre o branco e preto se destaca em igualdade
Observando o caminho do Rei na torre de seu castelo
Uma mão trás aconchego domínio
A direção ao jogo sem medo do inimigo.

Caminhando na luz a direita ou a esquerda encontra-se o largo abundante
A coletividade a igualdade o equilíbrio
Superioridade a ampliação do começo
Ataque a torre em busca da paz
Com sua mão poderosa captura o homem mal

Jogando -se nas trevas encontra-se o caminho escuro
O homem com o pé na cova, uma mão com grandes unhas
A esmagar te chama para o mal a vagar fraco desgarrado
Na ignorância com ódio irrita-se o vilão,

Homem sem fé sem amor, sem irmão.

Muitos erram a jogada O Peão observa o jogo e não volta para trás
Avança seu caminho de casa em casa levando a mensagem de amor
Escolhe ter o poder que a Rainha conduz a jogada da luz
No caminho da Luz encontra-se o caminho ao domínio paterno
Grandeza, tranquilidade, conhecimento, ternura colheita a coligação a força.

Movimenta todo o universo enquanto a Rainha Dama
Alcança o poder de cabeça erguida espera pelo Rei Maior
Sem ultrapassa a frente de ninguém
Raque especial encontra-se um tesouro
O Peão envolve a torre do Rei com oração e louvor
O mover as peças ao rocar do coração esperta vitória, verdade, vida e amor.

No Raque a captura do inimigo
Chega-se ao fim do jogo muitos Anjos caídos
Um grito sai da boca do Anjo do bem: Xeque Mate!
Envolve-se a torre do Rei a vitória, verdade, vida e paz
A humanidade do amor.


ALVO DA NOITE

Noites de alegria bela suavidade
Na cama entre os travesseiros
No encontro do seu corpo
Onde aqueço o meu corpo
Entre carinhos delicados.

Uma esperança resolvida
Invadir a nossa vida
O vento em sintonia trás
Luar as nuvens a mover
Elevamos os olhos ao céu.

Sussurros carinhos ao meu ouvir
Penetra a extremidade do ser
No sossego do leito suave
Sonhos enamorados sentir
Transpõe ao coração o alivio.

Somos alvo na mão de anjo
Que na madrugada chegou
Encontrou a nos deitados ao pó
Agradecendo ao criador
O nosso ninho do amor.


BELO LIVRO

Ao abrir os olhos
Um cenário diferente
Indispensável saber
Processo de construção

Em uma viagem influente
Com os olhos arregalados
O lado interior explora
Algo conversa comigo

Um diálogo encantador
Assumir o comando
E a mente organizou o recado
Tudo foi ficando calmo

Um desejo ao acompanhar
A descoberta ao alcance
Sabedoria do mundo
Proporcionando sonhos lindos

Descobrir a importância
Ao abrir os olhos Junto às letras
Aproximei de um amigo
Que tinha o nome de livro.


O MENINO DA PIPA
Solta pipa Menino solta
Olhe as nuvens do céu a correr
De um lado para o outro
Esconde o papagaio no céu

O Menino agita os passos
Em uma dança ao pular
Corre de um ao outro
Vendo o tempo passar

Passa nuvens. Passa pássaros
Voa o Menino na imaginação
Idealizando a grandeza
Daquela imensidão azul

Onde o colorido da pipa
Desperta o seu pensar
Retorna de um lado para o outro
Fazendo a pipa rodar

Sorri feliz o menino
Empinando a harmonia
Aprumado na alegria
De ser criança um dia.

Tânia M de J B de Melo

05-04-2015
17h29 min Horário de Brasília


INDISCUTIVELMENTE

Atentamente busco seu olhar
Brevemente sinto seu perfume
Lentamente sinto seus beijos
Afetivamente tocou o meu ser seu canto
Felizmente sou correspondida
Gulosamente sinto gosto em nosso amor Verdadeiramente te amo!


A ROSA DO CAMPO
A rosa do campo
Vestida de majestade
Radiante de beleza e vivacidade
Exala seu perfume
Indispensável as borboletas
Que suga seu doce
Na suavidade inclina-se
Em um gesto manso
E por ser pequena e frágil
Não liga para vaidade
Apenas suporta, apenas vive
Demonstra sua beleza
Passa a emoção ao homem
Ao enxergar suas vestes
Que é muito natural
Vestida de majestade
Exalta seu perfume
E nós da uma lição
Não somos, mas que ela
Tudo é muito passageiro
Busca a Rosa do espírito
Cubra-se com essa veste
Saiba apreciar uma rosa
Assim estará vestido de majestade.


PROCURANDO A PAZ

A paz que procuramos
Pode muito bem estar
No direito a vida e liberdade
Na beleza de amar
Muitos lutam ao almejar

Direito ao socialismo
Ao emprego a liberdade
Dignidade respeito esperança
Ao direito á cidadania
Do grito ao pão de cada dia

Ao fadigar multidões
Muitos sente-se mau
No direito educacional
Relembrando alfabetização
Que é necessário demais.

Vida a todo cidadão
No direito a saúde
Nós caus. dos Hospitais
Espera, cansaço filas demora
Imaginando solução e tudo concretizar

O direito a justiça
A segurança se faz
Muitos gritam por socorro
Querendo encontrar a paz
Isolamento ou liberdade?

Dignidade e amor
Que conduz o nosso olhar
Ao direito a liberdade
De toda forma de horror.

Direito ao viver em paz
Um chama de esperança
Faz o homem se motivar
Ao encontrar o sossego
A igualdade de amar.

Tânia M de J B de Melo
hora 18:01 Brasília / Brasil
04-08-2014