Cadeira 58 - Milton Jorge da Silva


Milton Jorge da Silva

Filho de Inácio Jorge da Silva e Maria Silvestre da Silva

Natural de Eneida Presidente Prudente - SP

Nascido aos 11.03.1952

Casado com Leonice Bággio da Silva. Filhos - Inácio Jorge da Silva Júnior, Gisele Bággio da Silva Sartor, Danilo Jorge da Silva E Daniele Bággio da Silva Menezes.

Advogado atuante na Comarca de Deodápolis-MS.

Escreve no Facebook e participa de diversos Grupos e Páginas.

BLOG - miltonjorgedasilvaescritor.blogspot.com.br/

E-mail milton-adv@hotmail.com

Livros Publicados: Páginas da Vida Associação dos Novos Escritores de Mato Grosso do Sul.

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A saga de Kauã o Romance do Pássaro. (Romance).

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Poesias e Contos que Não Dão Descontos.

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Não se vende em praça
este pão de vida,
porque é comida
que se dá de graça.

Ó preciosa massa!
Ó que pão tão novo
que, com vossa vinda,
quer Deus dar ao povo!


FESTAS JUNINAS NO NORDESTE.
Milton Jorge Silva

A cada ano vai aumentando a tradição,
Festas Juninas no Nordeste.
Tem dança de Forró e emoção.
A alegria do povo prevalece.

No ronco da sanfona,
Na batida da Zabumba.
O festeiro se emociona,
Até morto sai da tumba.

A culinária nordestina,
Conquista pelo sabor.
O bom Gonzaga fascina,
Na voz de qualquer cantor.

Um giro em Campina Grande,
Noitada em Caruaru.
Competição de gigantes,
Encanta de Norte a Sul.

Quadrilha para se dançar,
Queima de fogos no ar.
O corpo não para de balançar,
É festa para sonhar.



NATAL REAL, COMERCIAL.

Hoje é dia de festa, é véspera de natal,
Uma festa cristã, que se tornou comercial.
Vale tudo pra vender, até iludir o consumidor,
As vitrines coloridas, não oferecem amor.

Presentes para todos, e tudo no crediário,
Em suaves prestações, grita o comerciário.
A bondade aparece, escrava da propaganda,
E numa compra só, gasto por toda semana.

Passada a euforia, vem a realidade,
Comprador endividado, não anda mais na cidade.
Comeu demais na ceia, o excesso lhe fez mal,
É mais um candidato, a esquecer o natal.

Busca forças na oração, Jesus venha socorrer,
Livra-me desse vexame, não deixes o natal morrer.
É um dia colorido, alegre e bom por demais,
Ajude a pagar as dívidas, que isso já satisfaz.

Jesus ouvindo as lamúrias, do devedor brasileiro,
Fica imaginando, o que fazer primeiro.
Não lembrastes de mim, nem no dia do natal,
Agora queres ajuda... Se vire cara de pau.