Cadeira 67 - Ednaldo Santos


Nome: Ednaldo Florentino dos Santos, natural de Assai- Paraná Pseudônimo: Ednaldo Santos Membro da Associação dos Poetas del Mundo Membro do Peapaz : Poetas e Escritores do Amor e da Paz Membro da Casa dos Poetas e da Poesia Membro do Movimento União Cultural - Cônsul Internacional Membro da Amcl - Academia Mundial De Cultura E Literatura Cadeira-67 Patrono Laurindo Rabelo Email; santos-sp7@hotmail.com https://www.facebook.com/VivendoIntensamente574861835899307/ https://www.facebook.com/Vivendo-Intensamente-II-544050252376708/



Segredo.

"No momento que se apresenta,
Alguém será nossa alma gêmea
E é por isto que dizem por aí
Deveria, ter-te antes lhe encontrado.

E eu como seu homem, sei escolher
Ficando contigo, há vida toda
E isto você ama, nossa verdade
Pois, sabe que a gente já se conhece!

E deste segredo, que tivemos
Há vida avessa-se fragmentada
Dedilhando o nosso poema.

Pois quando olharmos o futuro,
Você se tornará o meu romance
Com tudo de lindo que se traduz."


Manso da Aurora.

Beije meu corpo com tua pele!"
O jeito na lareira, inspira-nos;
Há sentir o chão das estrelas eternas.
Ornando meus lábios com sua boca.

Diga, quantos toques, são teus em mim!"
E no manso da aurora, a coesão,
Escolhendo, nossas almas gêmeas.
Velejando com toda voz macia.

A saudade é distante e apaixonante.
Sendo nossos dias, uma só paixão,
Fluindo nossas faces, num só rosto.

Emitindo o calor de amores,
Flertando vaidades, que voam seguidas.
Nas sublimes, asas do pensamento.


Refém Felicidade.

Às vezes me dobro-,Como o silêncio!
"E aí, nasce ela, para me acalentar
Diplomacia divinal, refém felicidade
Curando minha tristeza diamantada.

Ó lua, que nos espinhos, se deslumbra,
Estes meus olhos esverdeados te guiam,
-Pouco a pouco de clemência saudosa
E sem trégua pelo meu coração párvulo!"

Quero namorar, agora e rapidamente
Quero estar com ela, além da eternidade
E na saudade do meu ser abalado.

Amor, sou sombra, por nunca ter-lhe deixado,
-Neste soturno dilema, que me atravessa!
Ao admirar seus beijos, desesperadamente.


Recompensar.

Aquele que possui agradece
E aquele que não possui sofre
Nos termos da alma delicada
Na escolha de alguém merecido.

Ó vida quando fores obtusa
Costure meu dito pensamento
Não quero amar sem agradecer
O meu dilema é anil e acalorante.

Não serei um peso sem medida
Tampouco, as dores da solidão
No aroma, do beijo e do abraço.

Dando-me chance de recompensar,
De entanto ódio será ódio
Se me corromper de ingratidão.


Ares de Nelumbo.

Há romances sobre as falésias
E o lume por sua pele molhada
Sustentando meu leito vazio
Traindo meu beijo de prazeres.

Ares de nelumbo unguento sagrado
Vaidade na carne, sede absoluta,
Ó mulher de lábios apetitosos
Me chamando de amor, amor sentimental.

Outrora, cá tão adocicada
Namorando seu corpo desnudo
Com a paixão de homem carente.

As vezes me falta o silêncio
E o momento para te amar,
Numa noite sublime e madrigal!



Desfilando.

Gosto da sua alma desfilando,
Amor e o desejo sobre mim!
Buscando a natureza viva
Sobre os olhares da saudade.

Que se perde entre as águas,
E me diz, logo eu volto!"
Gosto da sua alma desfilando,
Amor e o desejo sobre mim!

Trazendo fado dos anjos,
Pois, você é muito atraente!
Provocando diversos calafrios.
E momentos de paz no meu espírito.
Gosto da sua alma desfilando,

Ednaldo F. Santos


Beleza na Alma.

Carrega a beleza na alma
E o fetiche do rubro nos lábios
Anjo terrestre e doce alfazema
Simplesmente compõem seu deísmo.

O glauco e o céu enfurecido
Mistura-se com o seu sentimento
E a luz no véu, atira-se longínqua
Enlouquecendo aquarelas noviças.

Selo de pureza no desejo
E minerva como as constelações
Brindam suas volúpias pra lua!"

Tão justo foi o dia do ontem,
Descobrindo-lhe ninfa eternamente
Dentre os seres mortais e famintos.

Ednaldo F. Santos


Mel Stochi.

Ó fada reluzente e feiticeira'
Guardo-lhe como meu beija-flor,
E nas vidas carentes por amor
O meu pranto chora de muita dor.

Há um querubim entre mim ó Senhor
Enfeitando a minha aliança
Esculpido, com o meu grande amor,
Tão belo botão de flor ó Senhor.

As vezes procura no horizonte,
O sol, parindo a primavera
Mas, lá eu encontro o seu sorriso.

E por vezes chove em meu destino,
Me fazendo sentir a mocidade
E o meu querubim cá navegante."

Ednaldo F. Santos


Acredito.

Acredito no amor humano
Acredito na paz do Senhor Altíssimo
E que ele nos abençoa infinitamente.
E no calor que ele nos proporciona,

E que nossa vida seja continua
Acredito que cada alma ame
E que nos una pelo destino.
E que nos sobre tempo para vivê-la.

Acredito em você meu amor
Acredito que sempre irei adormecer,
Que sempre fez minha estação mudar

E que em teus braços sempre amanhecerei,
Ontem, hoje, e no distante futuro.
Acredito que por ti sempre viverei.

Ednaldo F. Santos


Perto das Nuvens.

A sua paz vai me namorando
São coisas, próximas do nosso coração
Que nos une para o infinito
Deixando a minha sem respiração

E assim ficamos perto das nuvens
Fazendo-nos receber o amor
Por cada leito da estação criada.
Exalando seu sentimento natural.

E no cântico daquela gaivota
O mar, conhece suas areias,
Há o sentimento do pôr no horizonte

E o nosso amor, conhece paixão
Encontrando-se com nossas vidas.
Pois brota, cada dia, de admiração.

Ednaldo F. Santos



Profundo.

Não esqueça, guarde o seu beijo!
Hoje eu sofro, amanhã?
Eu quero senti-lo, mais profundo.
De sentimentos, vaidoso e eterno.

Eu não desisto de te amar,
Pois, posso esperar voltar"
Não esqueça, guarde o seu beijo!
Hoje eu sofro, amanhã?

Enquanto, a saudade não me matar;
Eu ficarei, sempre te procurando'
Numa poesia e sobre o meu amor,
Ó solidão, você só me faz pecar.
Não esqueça, guarde o seu beijo!

Ednaldo F. Santos


Amo.

Eu amo o teu ser mulher.
E sem você eu não vivo;
Nem pela sombra d'água!"
Pois, a paixão é uma fruta.

Se gostamos do aroma'
Simplesmente, colhemos e apreciamos!"
Eu amo o teu ser mulher.
E sem você eu não vivo;

E por pensar em você, amor?
Minha alma, enche de perfume!"
Pois, no esperar que eu te ame?
Então, amarei-te, simplesmente.
Eu amo o teu ser mulher.

Ednaldo F. Santos


Sabe-se.

Sabe-se pouco do mundo aleatório'
A ave caminha sobre o alimento
E nós caminhamos como presa.
E a imagem soma a bravura'

Por mais, que temos a nítida coragem,
Contudo o desejo é maligno,
Nos levando, há pensarmos diferente.
Não estamos pronto para envelhecermos.

Da-se o grão na ébria cevada;
Quem dera, a sombra fosse simbólica,
Pois, ébrio é o canto da peregrinação.

Não haveria, diferentes desafios.
E no instante que se eleva.
Entretanto, se soma, mera intenção!?

Ednaldo F. Santos


Satisfazer.

Quando se há um coração, na noite'
Sonho com meu corpo, junto ao seu,
Pois, não é pecado ocultar tesão.
Os notívagos, caem em contradição."

E totalmente amantes e apaixonados,
E na alma, aparece o conhecimento,
Do amor, dando voltas nas estrelas.
Não se esquecem, do seu amor único.

Desse jeito, eu venço o destino.
Cada dia, eu te quero, sem preocupação,
E a sua vida, me enriquece.

Pois, esmero a minha imaginação,
Sobre os lados do frêmito exício.
Para satisfazer, o seu coração.

Ednaldo F. Santos



Turbulento.

O amor é uma conquista mágica'
E o que a vida nos preserva,
É o desejo de estar apaixonado.
Acolhido, da solidão de alguém.

Pois, tão logo se cria uma união.
E por cada manhã, sonhar livremente.
Solto, como pássaro no horizonte.
Se tornando o laço da confissão.

Ó beija-flor, purpúreo no escarlate'
Mas, na falange, a vida transborda;
E na chama mais profunda e nítida.

E no ero do sol sobre a lua.
Há quem diga, que seja admiração!"
Acalmando, o coração turbulento.

Ednaldo F. Santos




Lua e Sol.

Perante as nuas auras ímpares
E líricos diante dos poetas
Herdam versos de lobos e saudade
Lua e Sol, entre amores ancestrais.

Nas ébrias magias do Senhor
Acalenta almas nas estações
Para serem distintos companheiros
Tornando-se nossos seres espirituais!"

Pois unem belos alvoreceres
Abarcando nossos corpos n'areias,
Para julgarem as ondas d'oceanos.

E nos resquícios da vida caprichosa
Segregam a tristeza capacha,
Adestrando a composição solista!"


Surpresa.

Puseste, teu sorriso carinhoso
E disseste-me, o quanto sou maravilhoso
E por quanto tempo, sou tua alegria
Mirando-me os teus olhos esverdeados.

Gravaste o sonho, como esperança
E minha sorte como fantasia
Abrindo-me por cada manhã chuvosa
Procurando meus beijos que vão surgir.

São tantas coisas em nossos olhares,
Que a saudade, vem se atracar
Ficando, ancorada como lar.

E cá, disseste-me por ocasião
Acabei surpresa, no seu perfume
E talvez, ainda me deixe sonhar.


Juízo do Céu.

Há cada poema sou tua mulher
E pelo teu corpo eu me condeno
Por saber que só se deitas comigo
Tirando toda a minha imaginação.

Eu te amo e jamais me esqueci
Que tudo era mais que perfeito
O vento que ia para as montanhas
Levando os pedaços do meu coração.

Nos lugares dos nossos abraços
Descobrindo minha vida na sua
O teor do nosso beijo apaixonado.

Amor o tempo passou sobre nós
E tudo foi se tornando mágico
O juízo do céu sobre o entardecer.


Companheiro.

De emoção aveio direcionar
O ser que és, criando a esperança
Mostrando-me que posso atravessar,
Os temores e o medo da morte.

Para as lacunas do meu destino
Pai és meu ilustre companheiro
Pois vou crescendo e admirando
Os seus diálogos de grande amigo.

Fortalecendo o meu espírito,
Para pontuar o meio-dia
Chegando no final de cada dia.

Como girassol ao sol apontado
Pai, és meu arcanjo e orgulho,
Amparando a minha maturidade.



Amor Ímpar.

De muitas vezes apaixonado
Na sua alma me sinto realizado
Pois abraço o tempo vazio
Brindando-o como meu amigo.

E escrevendo nas suas memórias
Encontro a paz e a compreensão
Oferecendo-me paixão aquecida,
Pelas raízes da eternidade.

Ó mulher, que cada dia nos permita
Acalentar, este amor ímpar
E o romance, que dele herdamos."

Pois, nesta liberdade que nos assiste,
O teu espírito fica comigo,
Trazendo, a força que necessito.

Ednaldo F. Santos


Caminho.

Posso começar tudo de novo
E terminar sem nada para agradecer
Então isso não me tornará valente
E nem mais, outro adversário.

Posso começar me procurando
E terminar com minha solidão
Elogiando algo que eu conquistei,
Ajudando você, que me procura.

Então, poderei ficar contente
E procurá-la bem mais há frente,
Entre os poucos dias que me restam.

É desleal, agir somente confuso
E terminar pelo nada conhecido
Não conhecendo outro caminho.

Ednaldo F. Santos



Sorte no Exício.

A sorte no exício se molda'
Pairando o que se cria consigo,
Sob o dever de fazê-lo bem feito.
O destino, o carinho, a saudade'

Tempo que na vida nos condena,
Pois a gaivota que voa distante
Um dia, volta com a mesma felicidade.
Pela imagem da triste solidão.

O futuro é uma máscara
E quem dera, se o arcanjo notívago,
E o homem acorda para ele

Cobrisse meu corpo, com suas mãos'
Realizando feitos pela natureza.
Encontrando a paz do meu espírito.

Ednaldo F. Santos



Amalucado.

O demônio de alma párvula'
E feito perfume amalucado,
Transborda, os meus gozos na face.
Atravessa de réu o meu corpo.

Enamorando o meu âmago'
Pois é bela, a noite, e as constelações'
Pronunciando, o meu amor secreto.
Tendo, cânticos de pintassilgo.

Vá, ó demônio pela madrugada'
Aqui, há escuridão e prazeres-,
E traga teus vícios, para ela.

Perante os sentimentos da paixão
Tornando o meu sonho mais pertinente!
Tão fado, que fascino, só pra ela.

Ednaldo F. Santos 


Essência.

Posso não lhe ver,
mas me sinto, um eterno apaixonado,
hoje descobri que a noite?'
Chora minha felicidade!
Um adeus menina."

Eu sei que nunca mais
a luz do sol será a mesma.
Mas para mim, o que resta
foi o que eu guardei."
O seu brilho natural.
A sua essência!"

Ó amor, na sua aura;
Transborda a minha natureza"
Pois, o vento forte, percorre
meu espírito sobre a terra,
acolhendo a sua esperança.

Pois, sou um ser perfeito,
apenas não possuo visão.

A divindade de um ser é vida,
que desenvolve a sua luz,
mesmo que em uma escuridão esteja.
Que haja a luz, do seu pranto,
que haja o domínio da sua dor.

Amor que fecunda,
não se desmancha no ar!
E quem dera, quem dera, outra vez!"

Ednaldo F. Santos


Um para o Outro.

As vezes paramos, pra dizer isso?'
-Um para o outro!
Você, já se imaginou, sem mim?
-E sabe, qual é a resposta?
(Lágrimas)

O amor verdadeiro?
Ele não morre, ele se recria
no tempo e na esperança!
E ainda nos diz;
-O que, se necessita de imediato!"

Quando algo nos tece,
ou nos faz de completo?
Dizemos, que estamos conectados.
Sobre a força da felicidade.'

E quando choramos a felicidade?
Muda-se, o tempo, muda-se, a alma nua!"
Eu, amo deitar-me na sua pele,
e amá-la com todo prazer
trazendo-lhe coisas, que eu sei?
Que posso, trazê-las.

Ednaldo F. Santos


Carinho.

Te procuro sobre o destino'
Suave como o horizonte,
Derruba meu sonho de paixão.
Pois, já te encontrei na minha razão.

Jeito doce e, tão belo menino'
Querido, o tempo foi vaidoso,
E eu o condeno, dia a dia.
O teu sorriso, transborda carinho.

Podia estar só, mas eu lhe queria'
Talvez com esta verdade vagando?
Pois minha alma te necessita.

Pereço e vivo sobre o céu,
E somente agora ela me ensina.
Levando o seu amor comigo.

Ednaldo F. Santos


Constantemente.

Tornando-me assim o seu navio.
E com minh'alma, meiga e prisioneira,
Te faço marejar, por todas as manhãs.
Pela busca do seu amor mais profundo.

Meu corpo na fundura do oceano'
Pois, as vezes, fujo do meu corpo
Me encontrando sob o seu livremente.
Te encontra sempre navegante.

Se esta paixão é uma bruxaria,
Amor, o tempo, arde tantas verdades,
Para ti, ela se revela magia.

Valorizando o amor que sinto,
E me leva, há viver por ti, constantemente!"
E no rosto a rosto, lhe faz carícias.

Ednaldo F. Santos


Taça Caída.

Tinto perfeito e taça caída'
E lá vem a solidão mascarada,
Abrindo as portas do espelho.
Alimenta, as noites famintas.

Desejo que a alma sacrifica.
Mas, comigo, é um conto de fadas,
Apertando apenas a maçaneta.
A paixão, no termo de cama vazia.

Vai-te, ó teso da lua lasciva
Apagando a vela do meu quarto,
Embora eu, seja tua escrava?

Permitindo, solver o suor descabido.
Conduza-me, o teu gozo abargante.
Sob o amparo frequente de amá-lo...!

Ednaldo F. Santos 


Sentimental.

É tão bom olhar nos olhos e dizer'
Ó anjo, que na noite nos galhofa;
Os teus versos, são raízes n'alma.
Que a vida, não passou e que tudo?

Parece um lindo fado carmesim,
Acariciando minha face'
Sobre os efeitos do prelúdio!"
Diante da solidão mais absurda.

Dê-me, os cânticos na manhã querida'
Ó céu, este melodrama, te conhece!
'E um punhado de paixão sentimental;

E abarca, meus prantos querubins-
( Entre as veredas do lindo outono.)
-Sob o dolo, d'um sonho dourado...!

Ednaldo F. Santos